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	<title>Arquivos Deformidades - Dr. Bruno Fontes</title>
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	<description>Cirurgia de coluna</description>
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	<title>Arquivos Deformidades - Dr. Bruno Fontes</title>
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		<title>Escoliose De Início Precoce</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-de-inicio-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 21:06:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A escoliose de início precoce é uma das condições mais desafiadoras na ortopedia pediátrica e um importante problema para a saúde da criança. É uma condição com potencial para causar consequências adversas graves. As alterações patológicas induzidas em um organismo em crescimento por uma deformidade da coluna que inicia precocemente podem ser dramáticas, comprometendo a ... <a title="Escoliose De Início Precoce" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-de-inicio-precoce/" aria-label="More on Escoliose De Início Precoce">Read more</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A escoliose de início precoce é uma das condições mais desafiadoras na ortopedia pediátrica e um importante problema para a saúde da criança. É uma condição com potencial para causar consequências adversas graves. As alterações patológicas induzidas em um organismo em crescimento por uma deformidade da coluna que inicia precocemente podem ser dramáticas, comprometendo a formação dos pulmões e alterando a disposição dos órgãos internos e podendo, nos casos mais graves, levar à morte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento da escoliose de início precoce deve ser individualizado, pois as causas desse tipo de escoliose são muito variadas e o tratamento também deve variar muito. A coisa mais importante é que o tratamento se inicie prontamente, assim que a escoliose for observada, de preferência em centros de referências e conduzido por cirurgiões experientes em deformidades da coluna pediátrica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais precoce o aparecimento da escoliose, mais conservador deve ser o tratamento. Bebês e crianças novas têm a opção de serem tratadas com coletes de gesso, com bons resultados. Infelizmente, por uma série de motivos, muitas crianças não têm acesso ao tratamento no tempo adequado, seja por problemas sociais ou por problemas de saúde, pois em algumas crianças, a escoliose é somente uma das alterações da saúde que compõem uma síndrome mais complexa.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-3317 aligncenter" src="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2021/12/escoliose-inicio-precoce-1.png" alt="Escoliose de início precoce" width="556" height="522" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2021/12/escoliose-inicio-precoce-1.png 556w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2021/12/escoliose-inicio-precoce-1-420x394.png 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2021/12/escoliose-inicio-precoce-1-500x469.png 500w" sizes="(max-width: 556px) 100vw, 556px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o melhor momento para o início do tratamento conservador com gesso ou coletes é perdido, ou mesmo quando o melhor tratamento é iniciado no momento correto e a escoliose continua piorando, o tratamento cirúrgico pode ser necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande problema do tratamento cirúrgico padrão para as escolioses é que se trata de uma </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://drbrunofontes.com.br/procedimento/artrodese/" target="_blank" rel="noopener">artrodese longa</a>, </span><span style="font-weight: 400;">que consiste em uma cirurgia de grande porte que alinha, fixa e funde os ossos da coluna envolvidos na deformidade, no alinhamento mais correto possível. Desta forma, apesar dessas cirurgias serem muito efetivas para correção da deformidade, com a fusão dos ossos acontece a interrupção do crescimento de parte da coluna abordada cirurgicamente. Essa parada de crescimento da coluna causa um tronco desproporcionalmente curto em relação aos membros, e dependendo da idade da criança, pode impedir o correto desenvolvimento dos pulmões. A melhor opção para casos que precisam de tratamento cirúrgico precoce, são as técnicas cirúrgicas que permitam a manutenção do crescimento da coluna. Esses procedimentos cirúrgicos existem e são chamados de </span><a href="https://drbrunofontes.com.br/procedimento/hastes-de-crescimento/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">hastes de crescimento</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<item>
		<title>Escoliose do adolescente</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/a-escoliose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2016 20:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A escoliose é uma curvatura lateral da coluna, que deve medir nas radiografias com a pessoa de pé, pelo menos 10 graus, acompanhada de algum grau de rotação dos ossos da coluna, caracterizando uma deformidade tridimensional. Não se trata de um problema postural, mas de uma deformidade dos ossos da coluna que se desenvolve no ... <a title="Escoliose do adolescente" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/a-escoliose/" aria-label="More on Escoliose do adolescente">Read more</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-352 aligncenter" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Escoliose.001-488x557.jpeg" alt="" width="488" height="557" /></p>
<p>A escoliose é uma curvatura lateral da coluna, que deve medir nas radiografias com a pessoa de pé, pelo menos 10 graus, acompanhada de algum grau de rotação dos ossos da coluna, caracterizando uma deformidade tridimensional. Não se trata de um problema postural, mas de uma deformidade dos ossos da coluna que se desenvolve no período da adolescência, podendo se apresentar com gravidade bastante variável e podendo também progredir com o tempo necessitando de tratamentos com coletes ou cirurgias.</p>
<p>Em relação às causas da doença, a escoliose é associada a várias crenças inadequadas sobre a sua origem, como sendo alterações posturais ou sobrecargas inadequadas. Estudos recentes tem demonstrado que a escoliose tem origem genética, ou seja é uma doença, já ao nascimento, pré-determinada a acontecer. Esta conclusão não foi fácil, pois a transmissão hereditária da escoliose é bastante complexa por envolver mais de um gene (estrutura responsável pela transmissão das características familiares). A combinação destes vários genes é que determina o aparecimento ou não da doença, assim como a sua gravidade. Desta forma, nem sempre os pais com escoliose transmitem a deformidade para seus filhos e quando  ocorre nem sempre tem as mesmas características. O contrário também é verdadeiro, os pais de filhos com escoliose nem sempre apresentam a deformidade. Este conhecimento é importante para desmistificar a doença, erroneamente associadas com o uso inadequado de mochilas, exercícios físicos e erros posturais. Apesar de termos que nos preocupar continuamente com a postura e sobrecargas nas colunas de nossas crianças, com relação à escoliose este não é o foco. A coluna dos pacientes com escoliose fica “torta” porque geneticamente, os ossos da coluna foram programados para crescerem desta forma assimétrica no início da adolescência. A história mais comum nas escolioses é a de adolescentes que apresentam colunas muito bem alinhadas até a pré-adolescência, quando um dos lados da coluna do ossos da coluna passa a crescer mais do que o outro causando o aparecimento da deformidade.</p>
<p>Devido à complexidade da anatomia dos ossos da coluna, essa alteração do crescimento não causa apenas uma curvatura lateral, mas também causa uma rotação entre os ossos da coluna. Esta rotação vertebral é, geralmente a parte que mais incômoda do ponto de vista estético para as pacientes, pois devido à conexão das costelas com as vértebras, ocorre uma deformidade na caixa torácica, causando a chamada “giba”. A “giba” é uma deformidade na qual um dos lados das costas é mais saliente que o outro, sendo especialmente visível quando a pessoa se inclina para frente.</p>
<p>E resumo, a escoliose é uma patologia genética que ocorre em crianças saudáveis, que crescem com colunas bem alinhadas até o início adolescência, quando passam a apresentar uma  diferença na altura dos ombros e assimetria da cintura, devido à curvatura lateral da coluna, e uma deformidades das costelas devido à rotação das vértebras.</p>
<p>O principal objetivo do tratamento da escoliose é deter a progressão da deformidade, que em alguns casos tendem a ficar mais grave com a passagem do tempo. Alguns pacientes podem piorar até dois graus por ano na vida adulta, ou seja, uma paciente com 40<sup>o</sup> no final da adolescência, aos 15 anos, pode apresentar aos 45 anos de idade, apenas 30 anos mais tarde, uma deformidade maior que 90<sup>o</sup>. O tratamento da deformidade é bastante variado, sendo condicionado pela  gravidade da curva e da idade do aparecimento da doença, pois seu desenvolvimento se relaciona com o crescimento da coluna. Curvas leves, detectadas em pacientes após o final do crescimento dos ossos da coluna, não necessitam de nenhum tratamento, pois são discretas esteticamente, não pioram com o tempo e nem causam dor. No outro extremo estão os adolescentes mais jovens, ainda com grande potencial de crescimento e curvaturas já graves no momento do diagnóstico. Estes pacientes geralmente necessitam de tratamento cirúrgico, a fim de evitar a piora progressiva da deformidade,  que a partir de certo grau começa a causar dor, restrição da respiração e acometimento estético bastante acentuado, com forte impacto social. Nos casos intermediários, quando a deformidade é moderada e reconhecida antes do final do crescimento existe a opção do tratamento com coletes.</p>
<p>De qualquer forma, independente do tipo de tratamento, se adequadamente conduzido e realizado no momento adequado,  traz melhora na qualidade de vida do paciente, que pode, e deve, manter-se fisicamente ativo e sem grandes alterações em sua vida escolar, esportiva ou social, e possibilita uma vida adulta saudável e sem restrições.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-374" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_244575253-1-557x371.jpg" alt="" width="557" height="371" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_244575253-1.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_244575253-1-420x280.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_244575253-1-500x333.jpg 500w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Escoliose do adulto</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-do-adulto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 20:16:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A escoliose do adulto é uma tortuosidade lateral da coluna que se inicia já com o esqueleto maduro, sem potencial de crescimento, na idade adulta. Ela é causada principalmente pelo avançar da idade, se tornando cada vez mais frequente com o envelhecimento global da população, que hoje leva uma vida muito ativa e produtiva até ... <a title="Escoliose do adulto" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-do-adulto/" aria-label="More on Escoliose do adulto">Read more</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-357" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-557x557.jpg" alt="" width="557" height="557" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-557x557.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-297x297.jpg 297w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-420x420.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-300x300.jpg 300w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-500x500.jpg 500w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395-1000x1000.jpg 1000w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_331209395.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>A escoliose do adulto é uma tortuosidade lateral da coluna que se inicia já com o esqueleto maduro, sem potencial de crescimento, na idade adulta. Ela é causada principalmente pelo avançar da idade, se tornando cada vez mais frequente com o envelhecimento global da população, que hoje leva uma vida muito ativa e produtiva até idades avançadas. A deformidade pode ocorrer em colunas previamente bem alinhadas ou em colunas com graus menores de <strong>escoliose do adolescente</strong>, nas quais não se esperaria nenhum tipo de piora após a maturidade esquelética. O problema é geralmente causado pelo desgaste assimétrico das <strong>articulações e dos discos intervertebrais</strong>, ou seja, um lado da coluna desgasta mais precocemente que o outro, gerando deformidade gradual da coluna. Por tratar-se de uma deformidade adquirida pelo envelhecimento natural da coluna, existe compensações naturais que conseguem manter o bom funcionamento mecânico e indolor da coluna lombar. Infelizmente essas compensações nem sempre são eficazes o suficiente, permitindo que a deformidade progrida causando dor lombar, dor nas pernas e <strong>compressão de raízes nervosas</strong>, causando alterações neurológicas nos membros inferiores como fraqueza, dormência e câimbras, que reduzem a capacidade da pessoa andar e ficar maiores períodos de pé. Estas alterações geralmente ocorrem de forma progressiva, havendo diversos tratamentos para tentar conter essa progressão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-360" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_181560956-1-557x371.jpg" alt="" width="557" height="371" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_181560956-1.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_181560956-1-420x280.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_181560956-1-500x333.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>O tratamento inicial é sempre conservador utilizando medicamentos para o tratamento da dor e da inflamação, causada pela artrose das articulações e discos e compressão de raízes nervosas. Além dos medicamentos o tratamento deve ser sempre acompanhado de reabilitação adequada, direcionada para melhora postural, ganho de força e reequilíbrio da musculatura que atua na coluna e na pelve, melhora da força das pernas e do condicionamento aeróbico. Em casos específicos podem ser tentados cintas e coletes. Infelizmente, nem sempre essas medidas são suficientes para devolver uma boa qualidade de vida para o paciente, em especial quando existem alterações neurológicas compressivas. Nestes casos, se a resposta às medidas conservadoras não apresentarem controle satisfatório, deve-se avaliar medidas mais avançadas, a fim de manter e recuperar a função neurológica e evitar lesões irreversíveis, impostas pela compressão dos nervos por tempo muito prolongado.</p>
<p>Os procedimentos invasivos são variados e devem ser utilizados em uma ordem progressiva de risco e complexidade. Os métodos vão desde procedimentos <strong>percutâneos com injeções</strong> até <strong>cirurgias de grande porte, </strong>com correção da deformidade através do uso de instrumentais sofisticados, que utilizam parafusos e hastes, e descompressão ampla das estruturas neurais. A resposta a esses procedimentos e o grau de limitação que a deformidade causa ao paciente é que vai indicar a necessidade de abordagens de menor ou maior porte. É claro que na escolha do método de tratamento, principalmente os cirúrgicos, um fator fundamental e limitante é a condição saúde do paciente, uma vez que  o problema atinge pessoas muitas vezes com idade bastante avançada. Geralmente são pacientes que apresentam além do envelhecimento, várias doenças comuns a esta faixa etária, como hipertensão, diabetes e insuficiência coronariana. Apesar destes problemas, em regra geral são pacientes muito ativos, que tornam-se muito depressivos pela limitação que a escoliose degenerativa impõem às suas vidas. Todas essas condições tornam o tratamento de difícil condução, sendo de fundamental importância, na tomada de qualquer decisão, a participação ativa do paciente, dos familiares, e de toda equipe médica e de reabilitação envolvida com o paciente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escoliose neuromuscular</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-neuromuscular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2016 13:47:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escoliose neuromuscular é o nome dado genericamente às deformidades da coluna secundárias a doenças do sistema nervoso. São comuns em casos graves de paralisia cerebral e em diversas doenças  genéticas, como as distrofias musculares. Tem característica comum o caráter progressivo da deformidade, que continua piorando mesmo após o final do crescimento esquelético, momento em que ... <a title="Escoliose neuromuscular" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/escoliose-neuromuscular/" aria-label="More on Escoliose neuromuscular">Read more</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escoliose neuromuscular é o nome dado genericamente às deformidades da coluna secundárias a doenças do sistema nervoso. São comuns em casos graves de paralisia cerebral e em diversas doenças  genéticas, como as distrofias musculares. Tem característica comum o caráter progressivo da deformidade, que continua piorando mesmo após o final do crescimento esquelético, momento em que grande parte das deformidades da coluna tendem a se estabilizar. Costumam ser deformidades graves, que ocorrem em muitos casos em idade bastante precoce, levando a restrição respiratória e dificuldade de manter a posição ereta, mesmo assentado em cadeiras de rodas adaptadas.</p>
<p>São deformidades de difícil definição de tratamento, principalmente devido a complexidade dos pacientes portadores de escoliose neuromuscular. Geralmente são crianças ou adolescentes que apresentam doenças complexas, com alterações em vários outros órgãos, como distúrbios cardíacos, respiratórios e convulsões, e em grande parte com dificuldades nutricionais. Devido a isto a definição do tratamento destas deformidades, principalmente o tratamento cirúrgico, é bastante complexo e individualizado. Idealmente, devem ser abordados por equipes interdisciplinares, em centros de referência em cirurgia de deformidades pediátricas da coluna, que contem com a participação de neurologistas, neuropediatras, pediatras, intensivistas, ortopedistas, neurocirurgiões, cirurgiões pediátricos, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e assistentes sociais, para definição do melhor tratamento de cada paciente individualmente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-363" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_323826146-1-557x371.jpg" alt="" width="557" height="371" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_323826146-1.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_323826146-1-420x280.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_323826146-1-500x333.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cifose de Scheuermann</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/cifose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 19:59:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cifose é o nome que recebe a curvatura apresentada em todas as colunas normais, presente na coluna torácica. Nesta região a coluna curva-se para frente para contrabalançar a lordose da região cervical (pescoço) e da região lombar que inclinam a coluna para trás. Desta forma, a cifose é uma curvatura normal da coluna, e deve ... <a title="Cifose de Scheuermann" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/cifose/" aria-label="More on Cifose de Scheuermann">Read more</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cifose é o nome que recebe a curvatura apresentada em todas as <strong>colunas normais</strong>, presente na coluna torácica. Nesta região a coluna curva-se para frente para contrabalançar a lordose da região cervical (pescoço) e da região lombar que inclinam a coluna para trás. Desta forma, a cifose é uma curvatura normal da coluna, e deve medir, em média, entre 20 e 40 graus nas radiografias que estudam o paciente de pé com a coluna vista de lado. Valores menores que estes são chamados de hipocifose, e são encontrados geralmente em pacientes que apresentam também a escoliose. O mais comum é esta angulação se apresentar aumentada, quando é chamado de hipercifose.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-356" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Hiperifose-377x557.jpg" alt="" width="377" height="557" /></p>
<p>O principal motivo do aumento da cifose não é nenhuma doença ou deformidade, é postural. Como a manutenção de uma boa postura exige alguma  força e gasto de energia, a medida que as pessoas ficam maior período com o tronco ereto, de pé ou assentadas, e se cansam, tendem a relaxar e permitir que a coluna se curve para frente e aumente a cifose. Geralmente basta que se chame a atenção da pessoa para que o aumento da cifose seja corrigida. Dessa forma, para evitar problemas posturais, que além de comprometimento estético, pode causar dores nas costas, é necessário um bom condicionamento físico, boa consciência corporal e equilíbrio muscular. Como a maior parte das pessoas passa grande parte do dia assentada com o tronco ereto, trabalhando ou estudando, é muito importante também estar disponível mobiliário adequado e bem dimensionado.</p>
<p>Apesar da grande maioria dos casos de aumento de cifose seja decorrente de erros posturais, algumas pessoas podem ter alterações anatômicas nos ossos da coluna torácica, que as impedem de posicionar adequadamente o tronco ereto. A principal doença que causa estas alterações  é chamada de cifose juvenil, que pode receber o nome do médico que a descreveu, a doença de Scheuermann. Trata-se de um aumento rígido da cifose, e a sua correção não depende da vontade de seu portador. As vértebras no ápice da curvatura, no seu ponto mais inclinado, apresentam deformidades em cunha que mantém a coluna dobrada para frente. O tratamento desta doença, de origem provavelmente genética, deve ser realizado preferencialmente no início da adolescência, para conseguirmos correções com uso de coletes, que irão moldar os ossos da coluna ainda em crescimento. Após este período o tratamento com colete não funciona mais, de forma que neste estágio só resta, quando necessário o tratamento cirúrgico. Estas cirurgias não são de indicação comum, sendo reservadas para casos graves, geralmente com mais de 80 graus de cifose, dor nas costas de difícil controle, compressão da medula e em casos de exceção com acometimento estético com grande impacto na qualidade de vida do paciente.</p>
<p>Como a cifose é uma curvatura normal da coluna, às vezes é difícil de identificar o problema precocemente, em tempo hábil para se adotar o tratamento conservador com coletes. Os pais, professores e treinadores que convivem com adolescentes e pré-adolescentes devem ficar atentos às alterações posturais, e nos casos que apresentam maior dificuldade de correção ou dor devem ser encaminhados para avaliação especializada.</p>
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		<title>Espondilólise / Espondilolistese</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/espondilolise-espondilolistese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 19:59:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Espondilólise é o nome dado a fratura de uma região específica da coluna, situada entre as articulações superiores e inferiores da vértebra. Esta fratura em alguns casos pode não cicatrizar e se consolidar, criando o que é chamado de pseudo artrose. Na pseudoartrose, como em qualquer outra fratura, no lugar da formação de uma ponte ... <a title="Espondilólise / Espondilolistese" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/espondilolise-espondilolistese/" aria-label="More on Espondilólise / Espondilolistese">Read more</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Espondilólise é o nome dado a fratura de uma região específica da coluna, situada entre as articulações superiores e inferiores da vértebra. Esta fratura em alguns casos pode não cicatrizar e se consolidar, criando o que é chamado de pseudo artrose. Na pseudoartrose, como em qualquer outra fratura, no lugar da formação de uma ponte óssea na região da fratura, forma-se uma articulação rudimentar e muitas vezes instável. Desta forma, existe uma desconexão óssea entre os ossos da coluna nesta região. Isto causa instabilidade e movimentos anormais neste segmento da coluna. Devido a este desarranjo pode ocorrer dor, geralmente relacionada com esforços físicos que sobrecarregam a região da pseudoartrose e o disco intervertebral deste segmento da coluna, que se torna o principal estabilizador após a perda da conexão óssea pela fratura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-367" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Espondilolistese-1-557x363.jpg" alt="" width="557" height="363" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Espondilolistese-1.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Espondilolistese-1-420x274.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Espondilolistese-1-500x326.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>Espondilolistese é uma progressão da espondilólise. O nome tem origem no grego e significa deslizamento (<em>olitesis</em>) da vértebra (<em>spondilo</em>). Isto ocorre pela falha das estruturas que tentavam estabilizar o segmento da coluna lesado com a espondilólise. Devido ao posicionamento inclinado do disco intervertebral em algumas regiões, a gravidade traciona a vértebra superior como em um plano inclinado, levando a um deslizamento progressivo de uma vértebra sobre a outra, causando deformação do disco intervertebral e possível compressão de estruturas nervosas.</p>
<p>A causa da fratura é variada, podendo ser causada por traumas maiores como quedas e acidentes, mas podem também ser causadas por micro traumas repetidos em colunas predispostas anatomicamente. Este segundo mecanismo é o mais comum, causando o que é chamado de fratura por estresse. Geralmente ocorre em atletas e jovens muito ativos, que já apresentam predisposição anatômica para a ocorrência da lesão. Existem ainda casos onde acontecem malformações congênitas da região, predispondo ao aparecimento deslizamento.</p>
<p>Felizmente em muitos casos as estruturas que tentam estabilizar a coluna, como <strong>discos intervertebrais</strong>, ligamentos e músculos, são bem sucedidas nesta tarefa, sendo possível que muitos pessoas, que apresentam essa patologia, nem venham a saber que são portadores. Desta forma, grande parte do tratamento, quando necessário, é conservador, com algumas modificações de hábitos de vida e reabilitação. Por outro lado, alguns pacientes não são bem sucedidos e não alcançam uma reabilitação satisfatória e não retornam a uma vida saudável e ativa. A maior parte desses pacientes apresentam dores incapacitantes, provocadas pela lesão do disco intervertebral ou por compressão neurológica.</p>
<p>Devido a grande variedade de tratamentos disponíveis para a espondilólise/espondilolistese, os pacientes com queixas relacionadas à esta patologia, devem ser acompanhados profissionais especializados para avaliação do melhor método de tratamento, para que retornem às suas atividades com o mínimo de restrições.</p>
<p><a href="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Tratamento-de-espondilólise-sintomática-com-reparo-direto-pela-técnica-de-Buck.pdf" target="_blank" rel="noopener">Para ser mais clique aqui.</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-369" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_245732569-557x371.jpg" alt="" width="557" height="371" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_245732569.jpg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_245732569-420x280.jpg 420w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/shutterstock_245732569-500x333.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
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		<title>Malformações congênitas da coluna</title>
		<link>https://drbrunofontes.com.br/doenca/malformacoes-congenitas-da-coluna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Bruno Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 20:34:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As malformações congênitas da coluna são aquelas que já estão presentes ao nascimento da criança. Nestas malformações ocorrem a falta da formação completa ou parcial dos ossos da coluna (as vértebras) ou ocorre a falta da separação adequada destes ossos durante o seu período de formação embriológica, no início da gravidez. Dependendo da estrutura que ... <a title="Malformações congênitas da coluna" class="read-more" href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/malformacoes-congenitas-da-coluna/" aria-label="More on Malformações congênitas da coluna">Read more</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-371" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/pexels-photo-1-369x557.jpg" alt="" width="369" height="557" /></p>
<p>As malformações congênitas da coluna são aquelas que já estão presentes ao nascimento da criança. Nestas malformações ocorrem a falta da formação completa ou parcial dos ossos da coluna (as vértebras) ou ocorre a falta da separação adequada destes ossos durante o seu período de formação embriológica, no início da gravidez. Dependendo da estrutura que falta ou está sem separação,  podem ocorrer diversos tipos de deformidades como escolioses, hipercifoses, hiperlordoses ou uma combinação entre elas.  Estas deformidades podem apresentar gravidade também bastante variável.</p>
<p>As malformações da coluna podem ocorrer como um problema isolado na  saúde da criança, mas em até a metade dos casos, podem apresentar alguma associação com malformações em outros órgão, principalmente o sistema nervoso central, em especial a medula. Desta forma, uma vez que a criança seja diagnosticada com alterações congênitas da coluna, deve ser minuciosamente examinadas pelo pediatra assistente, com atenção nas alterações cardíacas e renais. Além disso, as malformações congênitas, podem fazer parte de um conjunto de malformações específicas em outros órgãos, como observado em algumas síndromes ou doenças genéticas. Felizmente são doenças muito raras, principalmente as formas mais graves, sendo o tratamento muito dependente da gravidade dos casos.</p>
<p>Estes casos devem ser acompanhados por cirurgiões experientes com a patologia, pois a variedade de tratamentos é grande e o momento adequado de intervenção cirúrgica, se for necessária, é fundamental. Em alguns casos, felizmente raros, a progressão da deformidade pode ser gravíssima, com piora de até sessenta graus em apenas um ano de acompanhamento, necessitando intervenção cirúrgica precoce, em crianças, algumas vezes, com apenas um ou dois anos de idade.</p>
<p>O objetivo final, de qualquer tratamento que seja instituído, é proporcionar um tronco alinhado e equilibrado ao final do crescimento esquelético. Sempre tendo em mente proporcionar melhor  desenvolvimento motor, psicológico, social e intelectual da criança e dar suporte à família, que sempre se apresenta muito apreensiva quando ao bem estar de seus filhos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-372" src="http://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-557x557.jpeg" alt="" width="557" height="557" srcset="https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-557x557.jpeg 557w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-297x297.jpeg 297w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-300x300.jpeg 300w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-500x500.jpeg 500w, https://drbrunofontes.com.br/wp-content/uploads/2016/03/baby-child-newborn-arms-47219-1000x1000.jpeg 1000w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>O post <a href="https://drbrunofontes.com.br/doenca/malformacoes-congenitas-da-coluna/">Malformações congênitas da coluna</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrunofontes.com.br">Dr. Bruno Fontes</a>.</p>
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